Amor — Característica Do Cristão

fevereiro 27th, 2010

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus;
e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele
que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João
4:7, 8).

Os cães da raça São Bernardo, que buscam viajantes perdidos
nos Alpes, em uma tempestade, levam sua missão muito a
sério. Um desses cães, certo dia, retornou muito tarde,
cansado de abrir caminho pelos ventos. Ele entrou em seu
canil, e deitou-se em um dos cantos, mostrando-se
descontente, apesar dos esforços de seu mestre para
encorajá-lo. Ele estava doente? Bem, não — não em corpo,
mas de coração. Ele falhou na tentativa de ajudar alguém e
voltou envergonhado. Da mesma forma, essa atitude — uma
tristeza no coração por não ter ajudado ao próximo, deveria
caracterizar todos os cristãos.

Temos, realmente, nos sentido tristes, ao agir com
indiferença às necessidades das pessoas que nos cercam?
Temos nos importado com o fato de estarem caminhando sem o
Senhor e, por isso, não desfrutando das Suas ricas e
maravilhosas bênçãos? Temos vivido apenas para receber as
dádivas de Deus e não para ser uma bênção em suas mãos?

De que adianta eu ser chamado de “cristão” ou “discípulo do
Senhor Jesus” se não O imito e nem sigo as Suas instruções?
A minha vida nada mais é do que insípida e sem brilho.
Poderia até dizer que sou um “cristão sem Cristo”.

O Senhor espera muito mais de nós. Espera que o amemos e, da
mesma forma, amemos aos que não O conhecem. Precisamos amar
aos bons e aos que não o são; aos que crêem e aos
incrédulos; aos que Lhe abrem o coração e aos que O
rejeitam.

Você crê que o amor é uma grande característica de sua vida?
Sente-se triste quando não pode ajudar alguém?

Que Tipo De Animal?

fevereiro 26th, 2010

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a
vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Alguns membros de igreja empacam como uma mula no que diz
respeito à obra do Senhor, mas, são astutos como uma raposa
quando tratam de seus próprios negócios; apressam-se como
uma abelha para espalhar as fofocas mas recentes, mas,
mostram-se quietos como um rato na divulgação do Evangelho
de Jesus Cristo. Muitos são cegos como morcegos, não
enxergando as necessidades do próximo, mas têm olhos de
falcão para ver as falhas de alguns. Alguns são ansiosos
como um castor sobre um churrasco, mas, preguiçosos como um
cachorro em relação às reuniões de oração. Alguns rugem como
um leão quando as coisas não lhes agradam, mas, são dóceis
como um cordeiro quando precisam do pastor da igreja. Alguns
são tão ruidosos como uma maritaca quando solicitam ajuda da
igreja, mas, tímidos como um gatinho para conversar com o
perdido e lentos como um caracol na visita aos desanimados e
enfermos. Muitos são como corujas nas noites de sábado, mas,
como percevejos nas manhãs antes dos cultos nos fins de
semana e escassos como os dentes da galinha nas noites de
estudo bíblico.

O nosso texto brinca com os nomes de alguns animais, mas
expressa uma realidade que existe em nossas igrejas.
Parecemos membros de um clube que se reúnem, como uma
rotina, em um determinado lugar no final de semana, para
cantar, colocar os papos em dia e voltar para casa com a
certeza de que cumpriu o seu dever religioso diante de Deus.

Mas será que isso que fazemos se chama “servir ao Senhor”?
Será que o fato de irmos à igreja mantém a nossa luz acesa e
brilhante? Será que temos plena convicção de que Deus se
agrada de nós e nos espera de braços abertos para com Ele
estar por toda a eternidade?

Mais do que colocar uma roupa bonita e rumar para o templo
nos finais de semana, o Senhor espera que compreendamos que
fomos salvos e separados para ser uma bênção em Suas mãos,
para testificar ao incrédulo das Suas maravilhas, para
transformar o ambiente de um mundo tenebroso com o propósito
de mostrar a todos que estão ao nosso redor, que Jesus
Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Nós somos muito mais do que os bichos de nossa ilustração –
somos os filhos amados de deus, herdeiros do Céu de glória.

Qual A Resposta?

fevereiro 25th, 2010

“Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e
vos designei, para que vades e deis frutos…” (João 15:16).

Tente responder às seguintes perguntas:
1. Quem ensinou a Martinho Lutero sua teologia e o inspirou
a traduzir o Novo Testamento?
2. Quem visitou Dwight L. Moody em uma loja de sapatos e
falou-lhe sobre Cristo?
3. Quem era a mulher idosa que orou fielmente durante vinte
anos por Billy Graham?
4. Quem ajudou Charles Wesley em sua carreira como
compositor de hinos?
5. Quem eram os pais do fiel e dedicado profeta Daniel?
Então, como foi? Cerca de cinquenta por cento? Talvez vinte
e cinco por cento? Nada? Pare e reflita. Se não fosse essas
pessoas desconhecidas — aqueles “ninguém” — um grande
pedaço da história da igreja estaria faltando. E muitas
vidas não teriam sido alcançadas.

Você já parou para pensar em como as suas atitudes podem
mudar a história? Consegue entender que um gesto seu pode
transformar o mundo? Muitas vezes julgamos que “sozinhos”
não poderemos fazer nada, mas,um exemplo nosso, mesmo que
pareça imperceptível, pode incentivar a outros que, de igual
modo, motivarão a outros tantos a deixar-se usar por Deus
para iluminar a terra.

Eu já contei aqui, no Para Refletir, como um simples
“empurrão” mudou a minha vida e, por consequência, a vida de
milhares em todo o mundo. Se aquela jovem não tivesse me
conduzido a Jesus, eu não estaria hoje aqui, repartindo
aquela grande bênção com pessoas de diversos continentes.

E que importância aquela jovem tem? E que importância eu
tenho? O que realmente interessa é que Deus a dirigiu e
dirige a mim. Somos parte do plano divino para a salvação
daqueles que ainda não conhecem o Caminho. E sou muito
feliz, mesmo que muitos não me conheçam, por fazer parte da
história planejada pelo Senhor.

Se você não sabe, até agora, responder às cinco perguntas de
nossa ilustração, esteja certo de que o seu nome pode
constar de uma sexta pergunta, que muitos não saberão
responder, mas que estará gravado no Livro da Vida de Deus,
por toda a eternidade.

Ele Sempre Se Lembra De Nós

fevereiro 24th, 2010

“e entrando no sepulcro, viram um moço sentado à direita,
vestido de alvo manto; e ficaram atemorizadas. Ele, porém,
lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o
nazareno, que foi crucificado; ele ressurgiu; não está aqui;
eis o lugar onde o puseram. Mas ide, dizei a seus
discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a
Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse” (Marcos 16:5-7).

Ana estava fazendo aniversário. Durante todo o dia ficou
ansiosa para saber se seus amigos se lembrariam daquela data
tão importante. Ela não iria fazer nenhuma festa — estava
desempregada, e estava em dúvida se alguém lhe telefonaria
para dar os parabéns. Ficou muito surpresa — e muito feliz,
quando, no início da noite, vários de seus amigos apareceram
com bolo e refrigerantes, para comemorar, com ela, aquela
data tão importante. Emocionada ela repetiu várias vezes:
“Que presente maravilhoso! Vocês se lembraram de mim!”

O anjo disse: “Diga a Seus discípulos e a Pedro”, mas, por
que “e a Pedro?” Ele era um dos discípulos. Por que ele era
o único citado e nenhum dos outros? Ele era melhor que os
demais? Não, ele era até um pouco pior. Ele negou seu Senhor
– três vezes, e com juras e pragas. E ele estava se
sentindo muito mal por isto. Ele estava desanimado,
deprimido, quase subjugado. E Jesus o sabia muito bem. E
quis enviar uma palavra de conforto para ele. Pedro deve ter
ficado muito contente ao saber que Cristo, após a
ressurreição, lembrara-se dele de uma forma especial.

O nosso Deus jamais nos abandona. Mesmo que o ignoremos ou o
busquemos apenas nos momentos de agonia e aflição, Ele
sempre está à nossa espera, pronto a perdoar, a nos abraçar,
a nos abençoar grandemente. Nós podemos esquecer dEle — Ele
nunca se esquece de nós.

Dias difíceis estão vindo pela frente. Dias em que muitos se
lembrarão das bebidas, dos vícios, do sexo livre, da falsa e
passageira alegria, e se esquecerão do Senhor que os ama e
se entregou por eles. apesar disso, o Senhor não esquecerá
de ninguém. Estará de braços abertos, ao final desses dias,
para receber, com amor, aqueles que arrependidos o
procurarem.

Você pode se esquecer de Deus, mas não pode esquecer que
Deus não se esquece de você.

Como Um Tijolo

fevereiro 23rd, 2010

“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa
cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si
mesmos com muitas dores” (1 Timóteo 6:10).

O dinheiro, em si mesmo, não é um mal. O amor ao dinheiro o
é. O dinheiro é como um tijolo. Você pode usá-lo para
construir uma catedral ou para esmagar a cabeça de alguém. O
dinheiro, por si só, não é do bem nem do mal. A cobiça é a
raiz de todo o mal. (Paul W. Powell)

Sabemos que o dinheiro faz parte da vida de todos. Sem ele,
quase nada conseguimos fazer. E até que ponto temos sabido
lidar com o dinheiro? Que importância ele tem tido em nossas
vidas, especialmente na espiritual?

O missionário Paulo, personagem importante nas Sagradas
Escrituras, diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os
males. E o que ele quis dizer com isso? Que é pecado ter
dinheiro, ou querer possuí-lo? Claro que não. O dinheiro,
usado com sabedoria diante de Deus, é uma grande bênção, não
somente para quem o tem como para aqueles que são abençoados
por aqueles que o tem.

Mas quando esquecemos o que é correto, o que é honesto, o
que é verdadeiro, o que é puro, em busca de riquezas, então
desagradamos ao Senhor e afastamo-nos de Sua presença.
Quando usamos o dinheiro para “comprar a bênção de Deus”
também estamos pecando. Quando gastamos mais do que
ganhamos, quando não colocamos limites no uso do dinheiro
que Deus nos dá, mergulhando em dívidas e em aflições,
também estamos nos afastando do Senhor e de tudo que Ele
pode nos proporcionar.

Se queremos ser aprovados por Deus no uso do dinheiro,
devemos colocar o que ganhamos e as nossas necessidades no
Seu altar. Deus nos orientará e, se necessário, multiplicará
o nosso salário. Ele fará cair sobre nós e a nossa casa
“chuvas copiosas de bênçãos”.

Seu dinheiro tem sido usado para construir um altar para
adorar a Deus ou um muro para suas lamentações?